Através das grades de ponte vejo rostos tristes. As nuvens correm pelo céu. E nós aqui estáticos. Unidos ficamos alegres em baixo da árvore de outono para que, no final de tudo dê certo.
Debaixo desta árvore, há uma criança que brinca. Sob a luz do sol a observo da janela de casa. Eu com meus pensamentos nas nuvens, pensando em morte, e ela tão inocente a minha frente. Tive um problema, fiquei com raiva e furiosamente queria descontar essa raiva em algo, tira-la de mim. Mas não consigo, guardo tudo para sempre. O que ouvi ficou gravado na minha memória para nunca mais esquecer. Na quinta série, um menino me atenta, falando coisas horriveis ao meu ouvido, outros meninos tambem falavam, tive que aguenta-lo por 201 dias. Guardei um odio mortal por ele. Era mais alto, mais forte, mais velho. Eu tinha só 12 anos, era muita coisa para suportar. Olhando esta menina, me deu vontade de mata-la, para esse sentimento sair de mim. Meus pensamentos me perseguem, as lembranças voltam sempre. Minha mente assacina esta sempre a lerta. Não quero usa-la. Meu rosrinho triste no canto da sala. Ele ria de mim.
A linguagem é um produto bastante sofisticado que só a razão humana pode criar. A linguagem é simbólica, estruturada, adequada à cultura na qual se desenvolve, apropriada ao tipo de pensamento que vai comunicar ou expressar. Ela permite que o ser humano vá além do mundo vivido, do presente,para o mundo das ideias, da reflexão; permite que ele ultrapasse sua realidade de vida e entre no mundo das possibilidades. Cada língua possui uma estrutura própria quanto ao repertório e às regras de uso. Isso quer dizar que cada língua organiza a realidade de modo diferente da outra, pois estabelecem repertório e regras diferentes. Na língua dos esquimós (inuíte), que tem seis nomes diferentes para designar vários tipos de estado de neve. Em português, temos apenas a palavra "neve". Outras alternativas não são previstas em nossa língua.O fato importante de ser ressaltado, entretanto, é que se uma línguatem um maior número de palavras para recortar a realidade, a existência dessas palavras...
Debaixo desta árvore, há uma criança que brinca. Sob a luz do sol a observo da janela de casa. Eu com meus pensamentos nas nuvens, pensando em morte, e ela tão inocente a minha frente. Tive um problema, fiquei com raiva e furiosamente queria descontar essa raiva em algo, tira-la de mim. Mas não consigo, guardo tudo para sempre. O que ouvi ficou gravado na minha memória para nunca mais esquecer. Na quinta série, um menino me atenta, falando coisas horriveis ao meu ouvido, outros meninos tambem falavam, tive que aguenta-lo por 201 dias. Guardei um odio mortal por ele. Era mais alto, mais forte, mais velho. Eu tinha só 12 anos, era muita coisa para suportar. Olhando esta menina, me deu vontade de mata-la, para esse sentimento sair de mim. Meus pensamentos me perseguem, as lembranças voltam sempre. Minha mente assacina esta sempre a lerta. Não quero usa-la. Meu rosrinho triste no canto da sala. Ele ria de mim.
ResponderExcluir